Sabe que a Cruz Vermelha é a Maior Organização Humanitária do Mundo? Os Voluntários realizam cerca de 90% do serviço humanitário da Cruz Vermelha (é um dos 7 Princípios Fundamentais), mas é importante sentir-se realizado, motiva e proativo no que faz, pelo que existem várias valências dentro do voluntariado:
Voluntários Apoio Geral
Os voluntários de Apoio Geral são, de acordo com os Estatutos da CVP (Capítulo I, artigo 3, nº2), pessoas singulares que, voluntariamente, aceitam prestar serviços de uma forma solidária e desinteressada. A prestação do voluntário pode ser dada em momentos pontuais ou continuadamente (ex., diária, semanal ou mensalmente).
Exemplos de algumas atividades:
Voluntários Emergência
Para ser voluntário é preciso ser disponível, motivado, comprometido, solidário e cooperativo ainda mais quando a Emergência é uma área tão importante, vital e inesperada!
A Recruta para equipas de Emergência é a mais rigorosa:
Voluntários Juventude Cruz Vermelha Portuguesa
A Juventude Cruz Vermelha é guiada pelos princípios fundamentais da instituição, desenvolvendo um trabalho de Voluntariado, numa perspetiva de educação por pares, de jovens para jovens, atuando enquanto agentes de mudança positiva.
O Coordenador de Voluntariado local da Delegação de Águeda será a melhor pessoa para entender melhor as suas expectativas e determinar se há uma correspondência de trabalho Voluntário para si, está disponível através do email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Antes de começar a ser voluntário, terá lugar a formação e treino para as novas funções, para assegurarmos que tanto para si como para a Instituição, essa é mesmo a sua melhor forma de nos ajudar.
O Coro Misto da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa, aparece com o intuito de preencher um espaço cultural diferente e inovador dentro da Instituição. Entende-se que a Cruz Vermelha não deve ser só “emergência social e de socorro”, mas também “um espaço de cultura”. O Coro Misto fez o seu primeiro ensaio no dia 6 de Abril de 2006 e apresentou-se pela primeira vez ao público de Águeda, no dia 1 de Outubro de 2006 (Dia Mundial da Música) ,apadrinhado pelo Coro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa.
Desde então, tem realizado inúmeros concertos, quer na comunidade em que se insere, quer ainda em diversos locais do nosso país, onde se tem deslocado, a convite de vários Coroscongéneres e de outras Entidades, e mesmo em Espanha, onde já esteve 7 vezes. Apresenta-se, desde a fundação, sob a direção do maestro Professor Sérgio Brito, com cerca de 45 elementos de ambos os sexos, e com acompanhamento do pianista Cláudio Vaz.
O Gabinete de Enfermagem foi criado com base nos princípios fundamentais da Cruz Vermelha Portuguesa tendo em vista uma prestação humanitária preventiva e promotora da saúde.
A Equipa de Enfermagem participa:
1.1 – Equipa de Socorro e Equipa de Transportes
As equipas de Socorro e de Transporte são formadas por voluntários e/ou profissionais devidamente formados para prestação de primeiros socorros de saúde, emergência pré-hospitalar ou transporte de doentes, e mobilização para eventos não programados ou situações de exceção.
No atual contexto, o socorro pré-hospitalar em Portugal, está reservado ao Instituto Nacional de Emergência Médica - INEM (chamada 112), que após triagem, distribui as ocorrências pelas entidades por ele reconhecidas ou com as quais celebre acordos com essa finalidade, nomeadamente os Corpos de Bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), assumindo estas entidades a responsabilidade pelos serviços prestados. Os critérios de acionamento variam de acordo com normas próprias do INEM, balanceando o meio mais adequado/mais rápido para determinada situação.
A nossa Estrutura Operacional de Emergência, no âmbito do Socorro e da Emergência Pré-Hospitalar, está preparada para responder às solicitações do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM (Posto de Emergência Médica em funcionamento desde dezembro 2018).
No âmbito dos Transportes de Doentes, a nossa Estrutura está preparada para realizar transportes de Doentes Urgentes entre Unidades de Saúde, com ou sem acompanhamento médico ou para realizar serviços programados, particulares ou através de acordos, para Doentes Não Urgentes.
1.2 – Equipa de Apoio Logístico e à Sobrevivência
A Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa dispõe de uma equipa que apoia, em termos logísticos, todas as atividades das restantes Equipas de Emergência, quer no dia-a-dia quer em situações de Emergência mais complexas.
As funções da equipa são diversas, mas pretendem garantir essencialmente que o que é preciso, está no sitio certo, à hora certa, na quantidade certa, da melhor forma possível para permitir a gestão eficiente dos meios e recursos disponíveis!
O Apoio à Sobrevivência e às Populações é preparado e desenvolvido numa ótica Local, Regional e Nacional, em coordenação com as diferentes áreas de atividade da Cruz Vermelha Portuguesa, cabendo à Equipa a gestão por exemplo da Alimentação e Águas, Higiene, Vestuário, Conforto e Cuidados Básicos de Saúde.
1.3 – Equipa Psicossocial
A Equipa de emergência social e apoio psicossocial da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa tem como objetivo atuar em três áreas:
1. Formação dos profissionais da EOE na área psicossocial, resiliência e psicotraumatologia;
2. Realização de transportes de vítimas de violência doméstica, transportes de vítimas de violência doméstica e transportes de emergência social;
3. Atuação em cenários de catástrofes (quando ativada) e em solicitações pontuais que necessitem de acompanhamento de um Técnico da área.
Deve também trabalhar em conjunto com a Equipa de Socorro e Equipa de Transportes de forma a ser garantida sempre a presença de um técnico e um socorrista previamente seleccionados e de acordo com os critérios do transporte.
1.4 – Equipa de Saúde e Eventos
As equipas de Apoio de Saúde são constituídas por voluntários e/ou profissionais com formação específica, com vista ao apoio e parecer técnico às suas estruturas locais, relativamente a técnicas de socorro e materiais utilizados, nomeadamente de valências médicas. Devem também trabalhar em conjunto com as equipas de Logística e Apoio à Sobrevivência, de forma a ser garantida a boa gestão de stocks do material médico de uso por profissionais habilitados a tal, e com as equipas de socorro, no âmbito da sua atuação técnica.
Estas equipas garantem uma resposta Nacional a todo o tipo de eventos ou situações de exceção, nas vertentes do socorro, da enfermagem ou médica.
1.4 – Equipa Mortuária
A Equipa Mortuária, com âmbito de aplicação Nacional está vocacionada para a remoção e transporte de cadáveres. Este serviço, requisitado pelo Ministério Público ou pelas Forças e Serviços de Segurança, está preparado para uma resposta diferenciada dispondo de meios, equipamentos e formação adequada à atuação em situação de “rotina” ou cenários de exceção. Estas equipas estão em desenvolvimento técnico pela CVP, sendo a da nossa Delegação praticamente pioneira no desenvolvimento desta atividade.
1 - Centro Comunitário Porta Aberta
O Centro Comunitário da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa funciona desde 2005, no âmbito de um protocolo entre esta Instituição e o Instituto de Segurança Social. Os pressupostos que deram origem à criação desta resposta atípica surgiram da necessidade de criar respostas comunitárias específicas integradas para colmatar as carências de grupos de população mais vulneráveis e sem resposta por parte de outros serviços. Pretendia-se assim, criar respostas inovadoras e integradas mas sobretudo que agissem como um polo de desenvolvimento social e dinamizador das sinergias locais.
As atividades desenvolvidas nas diversas respostas que constituem o Centro Comunitário, visam sobretudo promover a pessoa e a família como agentes principais do seu desenvolvimento, abordando os problemas de uma forma sistémica e integrada e dinamizando metodologias de intervenção que privilegiam o trabalho social em rede, de acordo com os princípios chave orientadores desta mesma resposta.
Trata-se de uma estrutura polivalente, vocacionada para o exterior e para a intervenção na comunidade, que se perspetiva como um polo de animação comunitário.
Nos últimos anos as exigências e os desafios colocados pela intervenção social têm vindo a exigir adaptações e a criação de repostas inovadoras e criativas que vão de encontro às crescentes exigências da população que integra esta resposta. Os desafios técnicos e humanos têm vindo a ser cada vez maiores, e a especialização dos Técnicos e colaboradores reside na formação e na experiência adquirida com os anos de intervenção com os grupos alvo, bem como no amplo conhecimento da comunidade, dos grupos que a constituem e das suas necessidades, estando estabelecida uma relação de confiança, que levou a que esta resposta passasse a ser reconhecida pela comunidade como essencial ao seu desenvolvimento, havendo um claro respeito e reconhecimento do trabalho e impacto que o Centro Comunitário tem tido ao nível local.
A intervenção realizada tem sempre por base o respeito pelos direitos e dignidade das pessoas, envolvendo-as diretamente em todos os processos, colmatando as suas necessidades, dinamizando atividades, integrando redes de voluntariado, capacitando-as e promovendo a integração social e o bem-estar de todos os cidadãos e comunidade.
Assim, nesta lógica, o trabalho realizado é flexível, próximo e adaptado à realidade das pessoas, contribuindo para a construção da vida comunitária numa óptica integrada e dinâmica, contemplando processos participativos que reforça o estabelecimento de dinâmicas locais.
1.1 - Gabinete de Atendimento e Acompanhamento Psicossocial
Neste serviço realiza-se o atendimento/acompanhamento, encaminhamento e informação a cidadãos e/ou famílias em situação de carências diversas ao nível da satisfação das necessidades básicas (alimentação, vestuário, higiene e outras), baixos rendimentos, presença de endividamentos, grandes encargos, fraca comparticipação financeira de alguns elementos do agregado familiar, dificuldade no acesso à proteção social, dificuldade na inclusão de indivíduos em situação de vulnerabilidade social e de indivíduos em situação de sem-abrigo. Pode-se ainda disponibilizar apoios pecuniários - apoios económicos eventuais para aquisição de bens essenciais ou apoio na organização económica do agregado familiar.
1.2 - Gabinete de Psicologia
Com o Serviço de Psicologia pretende-se efetuar Consultas de Psicologia individualizadas, implementação de programas individualizados de treino de competências, reabilitação neurocognitiva, avaliação psicológica para encaminhamentos diversos (Cursos de Formação; Unidades Residenciais para pessoas com deficiência; Pensão de Invalidez; Apoio aos Tribunais/Apoio às Equipas de Assessoria aos Tribunais e outros que se justifique), dinamização de grupos de autoajuda, resposta às necessidades da população do concelho de Águeda, ao nível do acompanhamento psicológico/consultas individualizadas de psicologia e aos encaminhamentos efetuados por outros serviços. Com este serviço pretende-se promover a melhoria da saúde mental da população carenciada do concelho de Águeda, promover a diminuição de problemáticas sociais tais como alcoolismo, violência doméstica e outras, a melhoria nas relações interpessoais, incremento dos níveis de investimento no cumprimento dos projetos de vida e objetivos pessoais, fomentar o aumento da flexibilidade/diminuição da rigidez cognitiva e a facilitação dos processos de encaminhamento para entidades diversas.
Os destinatários e beneficiários são: crianças, jovens, adultos e idosos, em situação de carência socioeconómica e/ou risco social, portadores de problemáticas que justifiquem a necessidade de intervenção psicológica individualizada, nomeadamente: indivíduos com perturbação afetiva e emocional, portadores de doença mental, pessoas com problemas de alcoolismo e outras dependências, situações de violência doméstica, pessoas em situação de crise e com necessidade de suporte, crianças e jovens com Processos de Promoção e Proteção, pessoas com processos judiciais/apoio aos Tribunais e outras situações que se justifique após avaliação técnica.
1.3 - Cantina Social e Comunitária
A Cantina Social funciona 365 dias por ano e fornece refeições confecionadas para indivíduos que, permanente ou temporariamente, não possuam condições (físicas, mentais, logísticas, materiais) para a confeção autónoma das refeições, gratuitas ou mediante o pagamento de uma comparticipação de acordo com a sua situação económica.
Através da Cantina Comunitária, todos os associados da instituição podem usufruir das refeições de almoço e/ou jantar, as quais podem realizar no refeitório da instituição e/ou em regime de take way.
1.4 - Distribuição Direta de géneros alimentares (BACF e PESSOAS2030) - Ficha de Projeto
Apoio em géneros alimentares para indivíduos que possuam condições (físicas, mentais, logísticas, materiais) para a confeção autónoma das refeições. Estes géneros alimentares são disponibilizados no âmbito da adesão, realizada anualmente ao Banco Alimentar Contra a Fome, e de outras campanhas nacionais e locais de recolha de alimentos (Missão Continente, entre outras), que envolvem voluntários (alguns deles clientes do Centro Comunitário) e colaboradores da Instituição. Através da aprovação da Candidatura em 2024 ao Portugal 2030, disponibilizamos ainda géneros alimentares a cerca de 244 destinatários de todo o concelho de Águeda, enquanto entidade Coordenadora e Mediadora em parceria com Os Pioneiros, enquanto entidade mediadora, no âmbito do Programa PESSOAS2030 – Privação Material.
1.5 - Distribuição Indireta de géneros alimentares - MaisPessoas - Ficha de Projeto
Enquanto entidade coordenadora e mediadora, pretendemos garantir a distribuição indireta de géneros alimentares e ou bens de primeira necessidade através da atribuição de cartões eletrónicos para a sua aquisição nos estabelecimentos comerciais aderentes, a famílias carenciadas bem como o desenvolvimento de ações de acompanhamento que pretendem informar e capacitar os destinatários para as regras de utilização do cartão, bem como seleção de géneros alimentares.
Pretende-se abranger 150 beneficiários com carência económica comprovada pelos serviços de acompanhamento, para suprir as necessidades nutricionais mensais e combater a privação material.
Este apoio será realizado através do Cartão Social, o qual será carregado mensalmente para os destinatários elegíveis.
1.6 - Banco de Ajudas Técnicas
Dispõe de um Banco de Ajudas Técnicas (cadeiras de rodas, camas articuladas, colchões e almofadas anti-escaras, auxiliares de marcha, distribuição de fraldas descartáveis a pessoas incontinentes, entre outros) para aluguer, mediante comparticipação simbólica, ou empréstimo gratuito de ajudas técnicas a indivíduos da comunidade que delas necessitem; Apoio na organização de processos para o pedido de financiamento de ajudas técnicas ao Núcleo de Cooperação e Respostas Sociais do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro.
1.7 - Lavandaria Social e Comunitária
Serviço disponível a todos os clientes das restantes respostas do Centro Comunitário e da comunidade. Dirige-se a clientes, que por dificuldades diversas (logísticas, pessoais e sociais) não dispõe de condições para fazer a higiene e o tratamento da roupa de forma autónoma, necessitando de apoio a este nível. Esta resposta poderá ser gratuita, em casos de elevada carência socioeconómica, ou mediante pagamento de uma comparticipação, conforme previsto no Regulamento Interno. Este serviço, esta disponível ainda a todos os associados da instituição, a preços acessíveis.
1.8 - Balneários Sociais
Serviço gratuito disponível para os clientes das diversas respostas existentes integradas no Centro Comunitário e todos os elementos da comunidade que não disponham de meios, condições e hábitos para realizar a higiene pessoal em casa. São criadas condições para a realização da higiene, sobretudo dos clientes que apresentam mais vulnerabilidade. É distribuído um Kit de higiene com os produtos necessários e fornecida uma muda de roupa limpa, com o apoio da Lavandaria Social e Banco de Roupas.
1.9 - Banco de Voluntariado
Pretende-se dinamizar um Banco de Voluntariado, através da organização de ações com vista à angariação de voluntários, nomeadamente jovens e adultos pertencentes à comunidade de Águeda, com disponibilidade para prestarem serviço de voluntariado e clientes da instituição e de outros serviços e respostas locais com competências que lhes permitam integrar bolsa de voluntariado.
Constata-se a necessidade de promoção do voluntariado, como importante agente da transformação das sociedades e necessidade de melhoria na rede de voluntariado existente.
1.10 - Ateliers Ocupacionais
Surgiram a partir das necessidades que se encontraram no trabalho desenvolvido no terreno, sobretudo ao nível da intervenção com sem-abrigo e pessoas com doença mental e crónica. Pretendem ocupar pessoas em situação de fragilidade social, promover competências e hábitos de trabalho, promover a autoestima, a capacidade de iniciativa e a socialização, bem como outras competências pessoais e sociais que sejam facilitadoras da reintegração comunitária, e se possível, no mercado de trabalho. Para além de um espaço formativo, constituem-se acima de tudo como um espaço onde as pessoas podem estar, muitas vezes dar um sentido à vida, reorganizarem-se ou finalizarem um processo de recuperação ou tratamento. Este espaço é frequentado por pessoas à procura do primeiro emprego ou desempregadas de longa duração, a maior parte delas com patologias mentais, doenças crónicas ou com idade próxima da reforma por velhice mas já sem condições de integrar o mercado de trabalho. A maior parte dos clientes são pessoas em situações sociais e psicológicas muito degradadas com experiências de vida muito negativas, em situação de isolamento social e que passariam o dia sozinhas em casa (ou na rua) caso não tivessem este suporte.
Dinamiza-se ainda atividades de animação para os clientes, atividades que envolvam a reciclagem e o reaproveitamento de materiais numa lógica de economia ambiental e ainda numa ótica de trabalho de competências socias e emocionais.
1.11 - Ateliers de Desenvolvimento de Competências para Jovens dos 12 aos 16 anos
Os ateliers constituem uma resposta social dirigida à comunidade juvenil, com idades compreendidas entre os 12 e os 16 anos, proporcionando aos jovens a possibilidade de ocuparem os seus tempos livres de forma lúdica e educativa. Neste contexto, os participantes podem usufruir de diversos ateliers, nomeadamente: informática, expressões artísticas, serralharia e fotografia, bem como de atividades de animação sociocultural. Este espaço pretende promover o desenvolvimento das competências individuais de cada jovem, tanto ao nível técnico como ao nível das competências sociais e emocionais, bem como permitir a aquisição de experiências enriquecedoras ao nível artístico e sociopedagógico.
1.12 - Banco de dinamização de atividades para a Inclusão Social e Grupos Interajuda
A instituição organiza atividades complementares com o objetivo de promover a cidadania, informar sobre direitos e deveres dos cidadãos em várias áreas, promover a tolerância, a cidadania, a aceitação e o respeito pela diferença, envolver recursos da comunidade e sensibilizar as empresas locais para a responsabilidade social constituindo como um meio facilitador para acesso a informação útil, particularmente sobre legislação relevante.
Com estas atividades pretende-se que sejam dirigidas a indivíduos e famílias pertencentes a territórios isolados e meios desfavorecidos, beneficiários de RSI, pensionistas, desempregados e todos os beneficiários de outras respostas sociais, idosos e pessoas com limitações na autonomia e dificuldade de acesso à informação e a comunidade em geral.
Ainda neste âmbito, a instituição organiza e/ou participa a nível nacional através da Cruz Vermelha Portuguesa e/ou outras entidades, sempre que possível, em Campanhas de Recolha de Alimentos, brinquedos, material escolar e outros considerados pertinentes para promover a qualidade de vida das famílias.
2 - Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social (SAAS)
O Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social, consiste numa prestação incluída no subsistema de solidariedade e num programa de inserção, de modo a conferir às pessoas e aos seus agregados familiares apoios adaptados à sua situação pessoal, que contribuam para a satisfação das necessidades essenciais e que favoreçam a progressiva inserção laboral, social e comunitária.
Através da celebração do Protocolo com o Instituto da Segurança Social, efetua-se o acompanhamento psicossocial de 100 agregados familiares, sendo desenvolvidas ações no âmbito do acompanhamento de famílias vulneráveis, através da elaboração de informações sociais, visitas domiciliárias, diagnósticos sociais, elaboração e celebração de contratos de inserção, bem como acompanhamento social.
Além do acompanhamento supracitado, a intervenção com os beneficiários, traduz-se na dinamização de:
3 - Protocolo Rede Solidária de Cantinas Sociais - Plano de Emergência Social
Através de um Protocolo celebrado em 28 de Maio de 2012 com o Instituto Segurança Social, a Delegação de Águeda introduziu mais uma resposta social. A Cantina Social insere-se na Rede Solidária das Cantinas Sociais e constitui-se como uma resposta de intervenção no âmbito do Programa de Emergência Social, que tem como objetivo suprir as necessidades alimentares dos indivíduos e famílias em situação de vulnerabilidade socioeconómica, através da disponibilização de refeições. Os beneficiários da Cantina Social têm que se enquadrar numa das seguintes condições: Idosos com baixos rendimentos; Famílias expostas ao fenómeno do desemprego; Famílias com filhos a cargo; Pessoas com deficiência e Pessoas com dificuldade em ingressar no mercado de trabalho.
4 - Acompanhamento a Vítimas de Violência Doméstica
A Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa afirma-se como uma referência local e regional na intervenção junto de pessoas em situação de maior vulnerabilidade, destacando-se pela qualidade, inovação e resposta integrada às necessidades identificadas. Desde 2005, desenvolve uma intervenção especializada no apoio a vítimas de Violência Doméstica (VD), através de serviços e projetos estruturados, designadamente:
A atuação da Delegação de Águeda reflete um compromisso contínuo com a proteção, segurança e capacitação das vítimas, consolidando o seu papel enquanto entidade de referência no combate à violência doméstica e de género na região.
5 - Estrutura de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica - EAVVD Dar Voz - Ficha de Projeto
A EAVVD Dar Voz é uma reposta especializada de atendimento, acompanhamento e apoio a vítimas de violência doméstica e de género nos concelhos de Sever do Vouga, Albergaria-a-Velha, Águeda, Anadia e Oliveira do Bairro, dinamizada pela Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa. A EAVVD Dar Voz constitui uma resposta especializada de proteção a pessoas vítimas de violência doméstica, assegurando apoio social, psicológico/emocional e jurídico, de forma gratuita e confidencial.
A equipa técnica garante atendimento, acompanhamento e intervenção individualizada, ajustada às necessidades específicas de cada pessoa. Para além do apoio direto, promove ações de prevenção e sensibilização dirigidas a públicos estratégicos e à comunidade em geral. A intervenção é desenvolvida em estreita articulação com órgãos de segurança, entidades judiciais, Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD), serviços de saúde, educação, emprego e demais parceiros institucionais. A EAVVD Dar Voz é um projeto cofinanciado pela União Europeia e apoio nacional (PESSOAS-FSE+-00086300-PA1) e encontra-se alinhado com as orientações da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), em conformidade com o Decreto Regulamentar n.º 2/2018, de 24 de janeiro. Disponibiliza o Folheto e a Ficha de Encaminhamento, facilitando o acesso e a informação à resposta.
6 - RAP DAR VOZ - Resposta de Apoio Psicológico para Crianças e Jovens Vítimas de Violência Doméstica
Complementando o apoio às vítimas adultas, a RAP Dar Voz integra a EAVVD Dar Voz, assegurando o atendimento e o acompanhamento especializado a crianças e jovens vítimas de violência doméstica, através de apoio psicológico e psicoterapêutico, gratuito e confidencial. A área de intervenção abrange os municípios de Águeda, Anadia, Oliveira do Bairro, Sever do Vouga, Murtosa e Ovar, incluindo intervenção específica nas freguesias de Esmoriz, Cortegaça e Maceda. A Dar Voz dá continuidade ao plano de atividades iniciado em 2020, reforçando o seu compromisso com a prevenção, proteção e promoção dos direitos das vítimas de violência doméstica.
Disponibiliza a Ficha de Encaminhamento, facilitando o acesso à resposta.
7 - CAEVVD - Casa de Acolhimento de Emergência Para Vítimas de Violência Doméstica - Ficha de Projeto
A Casa de Acolhimento de Emergência para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica – CASA SUPERAÇÃO, em funcionamento desde maio de 2024, é uma resposta transitória e especializada destinada a mulheres vítimas de violência doméstica e respetivos dependentes, assegurando proteção, confidencialidade e acompanhamento social qualificado. Com capacidade para 10 utentes, proporciona um ambiente seguro que salvaguarda a integridade física e psicológica das vítimas. A sua missão é garantir alojamento temporário, apoiar a reintegração social e promover a construção de projetos de vida sustentáveis, seja através de soluções habitacionais autónomas ou de encaminhamento para Casas Abrigo. Paralelamente, fomenta o desenvolvimento de competências pessoais e sociais de crianças e jovens, promovendo a sua autonomia e bem-estar. Entre maio e dezembro de 2024, acolheu 31 mulheres, 1 dependente adulto e 17 menores. Em 2025, apoiou 94 agregados familiares (56 isolados e 38 monoparentais femininos), num total de 157 pessoas, incluindo 63 menores. A maioria das pessoas acolhidas era de nacionalidade portuguesa, registando-se ainda nacionalidades brasileira, são-tomense e outras. A CASA SUPERAÇÃO reforça a articulação com entidades locais e nacionais, assegurando uma intervenção integrada e multidisciplinar. Para 2026, prevê atingir uma taxa de ocupação de 80% (244 acolhimentos), com um orçamento elegível máximo de 518.000,00 €, destinado à manutenção e qualificação da resposta. A CAEVVD Casa Superação é cofinanciada pela União Europeia e por financiamento nacional (PESSOAS-FSE+-00088900-PA1), em alinhamento com as orientações da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) e nos termos do Decreto Regulamentar n.º 2/2018, de 24 de janeiro.”
Missão
A Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa desenvolve a sua missão em obediência aos Estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa e aos princípios fundamentais e recomendações do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho e age em conformidade com as Normas do Direito Internacional Humanitário, tendentes a prestar assistência humanitária e social, em especial aos mais vulneráveis, prevenindo e reparando o sofrimento e contribuindo para a defesa da vida, da saúde e da dignidade humana.
Visão
A Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa visa a promoção da igualdade, da inclusão social e do desenvolvimento saudável e integrado dos cidadãos, numa lógica de disponibilidade e humanidade, através do acompanhamento psicossocial e comunitário, com vista à inclusão social e participação cívica dos mais vulneráveis.
Valores
A Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa rege-se pelos Princípios fundamentais do Comité Internacional da Cruz Vermelha:
Humanidade
O nosso Movimento, nascido do desejo de garantir a assistência sem discriminação aos feridos no campo de batalha, esforça-se no sentido de prevenir e aliviar o sofrimento humano onde quer que ele se verifique. O nosso propósito é proteger a vida e a saúde e garantir o respeito pelo ser humano. Promovemos o entendimento mútuo, a amizade, a cooperação e a paz durável para todos.
Imparcialidade
Não discriminamos em função da nacionalidade, raça, religião, ideologia, estrato social ou pendor partidário. Empenhamo-nos no alívio do sofrimento humano, sendo somente guiados pelas carências dos mais vulneráveis, valorizando as situações de sofrimento mais urgentes.
Neutralidade
No sentido de continuar a beneficiar da confiança de todos, o nosso Movimento não toma partido por nenhuma das partes envolvidas nas hostilidades nem se envolve em controvérsias de natureza política, racial, religiosa ou ideológica. Por isso, não entramos em debates, críticas ou manifestações públicas.
Independência
O Movimento é independente. As Sociedades Nacionais, enquanto auxiliares dos poderes públicos, e sujeitas às leis dos respectivos países, devem sempre manter a sua autonomia para que tenham capacidade para, em todas as circunstâncias, actuarem de acordo com os 7 Princípios Fundamentais.
Voluntariado
Trata-se de um Movimento assente no voluntariado e sem fins lucrativos.
Unidade
Só pode existir uma Sociedade Nacional em cada país, a qual deve estar aberta a todos e alargar a sua actividade humanitária a todo o território nacional.
Universalidade
O Movimento Internacional da Cruz Vermelha tem a sua acção a nível mundial e todas as suas Sociedades Nacionais assentam num estatuto igual e partilham as mesmas responsabilidades e deveres de entre ajuda.
A Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa rege-se ainda pelos seguintes valores:
Responsabilidade e Profissionalismo - Considerar o sentido da responsabilidade para com os clientes da instituição como o seu dever central e com um desempenho profissional competente.
Compromisso - Caminhar em direcção a qualidade, numa lógica de parceria e co-responsabilidade.
Confidencialidade - O sigilo é parte essencial da ética profissional.
Eficiência e Eficácia – Pautar a actuação por todos os princípios e valores básicos da nossa acção para desenvolver respostas e prestar serviços de excelência e eficazes na prossecução da nossa missão.
Plano de atividades e orçamento 2019
Plano de atividades e orçamento 2018
Plano de atividades e orçamento 2017
Plano de atividades e orçamento 2016
Plano de atividades e orçamento 2015
Plano de atividades e orçamento 2014
Plano de atividades e orçamento 2013
Projeto Pedagógico Ateliers 2026
Projeto Pedagógico Ateliers 2025
Projeto Pedagógico Ateliers 2024
Projeto Pedagógico Ateliers 2023
Projeto Pedagógico Ateliers 2022
Projeto Pedagógico Ateliers 2021
Projeto Pedagógico Ateliers 2020
Projeto Pedagógico Ateliers 2019
Projeto Pedagógico Ateliers 2017/18
Projeto Pedagógico Ateliers 2016/17
Projeto Desenvolvimento de Competências Pessoais 2023
Projeto Desenvolvimento de Competências Pessoais 2022
Projeto Desenvolvimento de Competências Pessoais 2021
Projeto Desenvolvimento de Competências Pessoais 2020
Projeto Desenvolvimento de Competências Pessoais 2019